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Paranaiguara - Goiás



Paranaiguara faz parte do estado de Goiás. A população avaliada em 2004 era de 8.558 habitantes. Devido a forte imigração com a construção de usinas de cana-de-açúcar e hidroelétricas na região, tornando a região cada vez mais dinâmica, sua população alcança o total de 9.100 habitantes em 2010, segundo o IBGE.

Antes do ano de 1930, a região onde hoje é o Município de Paranaiguara era praticamente despovoada. Transitavam por ali apenas boiadeiros, conduzindo gado bovino dos municípios do sudoeste para Minas Gerais e São Paulo. Tal foi o desenvolvimento econômico do sudoeste goiano que o meio de escoamento da produção, prejudicado com a dificuldade apresentada pelo canal de São Simão, tornou necessária a construção de uma ponte sobre este, iniciando-se as obras em 1930. Em 1933, construída a ponte, o trânsito tornou-se intenso naquela região, que permanecia despovoada. Foi a família de Domiciano Ferreira a primeira a fixar-se no local onde se edificava a cidade, sendo as terras de propriedade de Virgílio Rodrigues da Cunha, até 1941 quando João Santana da Silva descobre bons garimpos às margens do ribeirão Mateira. Com a notícia dessa descoberta, grande foi a afluência de garimpeiros vindos dos Estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso. Dentre em breve, no local onde em 1942 havia apenas 2 ranchos, formou-se a corrutela, constituída de ranchos de paredes de palha, tomando o nome de Mateira. Várias pessoas colaboraram para o desenvolvimento do lugar. Podemos citar Josias da Silva Lula, que construiu um rego dágua com cerca de 4km, a fim de explorar o garimpo com grande resultado. Jair Ottoni Soriano, Oswaldo de Araújo Pimpim, Alberto Reis Machado, Antônio Alves da Paixão, Waldivino Macedo, Francisco Palazzo que foi um dos mais influentes da região e muitos outros que também incentivaram o progresso. Em 1944 foi construída a primeira casa em alvenaria Propriedade de Jair Ottoni Soriano. Em consequência desse desenvolvimento, em 21 de janeiro de 1950, foi o local elevado a distrito de Quirinópolis pela Lei Municipal nº 11, com o nome de Presidente Dutra. Pela Lei Estadual nº 743, de 23 de junho de 1953, foi elevado a município, restabelecendo-se o antigo topônimo de Mateira e constituindo-se Termo da Comarca de Quirinópolis. Grande foi o desenvolvimento. Influenciaram esse progresso: a posição geográfica entre as cidades de Quirinópolis, Jataí e Ituiutaba-MG; a produção de diamantes e a fertilidade de suas terras.

O primeiro Prefeito Eleito foi nomeado foi José Pofirio Barreto, e o primeiro pelo voto direto foi Oscar Bernardes. Possuía o Município, dois Distritos: Canal de São Simão e Itaguaçu. O povoado do Canal de São Simão, distante cerca de três quilômetros da sede municipal, devido ao desenvolvimento daquela localidade, a mesma passou a figurar como Distrito, pela Lei Municipal nº 24, de 24 de junho de 1957. Em 14 de novembro de 1958, através da Lei Estadual nº 2108, foi elevado a município, com o nome de São Simão. O Poder Legislativo aprovou a Lei nº 6561, de 12 de maio de 1967, dando novo nome ao Município de Mateiro que, daquela data em diante, passaria a denominar-se Paranaiguara. O novo nome PARANAIGUARA vem do Tupi Guarani, e quer dizer: Habitantes das Margens do Grande Rio ou Deusa do Grande Rio. Em 1975, a construção da barragem de São Simão represou grande área, inclusive a da sede municipal. Proprietários de toda área alagada foram desapropriados. Tornou-se necessária a construção de nova sede realizada pela CEMIG, em local previamente escolhido. O terreno era de propriedade dos senhores Aquino Barcelos, Anésio Loureno de Queiroz, João Apolônio Guimarães e Adoniro Alves Capanema. A nova cidade foi previamente planejada na gestao do entao prefeito Ennio Tiburcio e construída em local de excelente topografia, possuindo os prédios públicos grande funcionalidade.

História da cidade de Paranaiguara

Antes do ano de 1930, a região onde hoje é o Município de Paranaiguara, era praticamente despovoada. Transitavam por ali apenas boiadeiros, conduzindo gado bovino dos municípios do sudoeste para Minas Gerais e São Paulo.

Tal foi o desenvolvimento econômico do sudoeste goiano, que o meio de escoamento da produção, prejudicado com a dificuldade apresentada pelo Canal de São Simão, tornou necessária a construção de uma ponte sobre o mesmo, cujas obras foram iniciadas em 1930.

Em 1933, construída a ponte, o trânsito tornou-se intenso naquela região, que permanecia despovoada.

Foi a família de Domiciano Ferreira a primeira a fixar-se no local onde se edificava a cidade, sendo as terras de propriedade de Virgílio Rodrigues da Cunha, até 1941 quando João Santana da Silva descobre bons garimpos às margens do ribeirão Mateira.

Com a notícia dessa descoberta, grande foi a afluência de garimpeiros vindos dos Estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso.

Dentre em breve, no local onde em 1942 havia apenas 2 ranchos, formou-se a corrutela, constituída de ranchos de paredes de palha, tomando o nome de Mateira.

Várias pessoas colaboraram para o desenvolvimento do lugar. Podemos citar Josias da Silva Lula, que construiu um rego d′água com cerca de 4 km, a fim de explorar o garimpo com grande resultado. Jair Ottoni Soriano, Oswaldo de Araújo Pimpim, Alberto Reis Machado, Antônio Alves da Paixão, Waldivino Macedo, Francisco Palazzo e muitos outros que também incentivaram o progresso.

Em consequência desse desenvolvimento, em 21 de janeiro de 1950, foi o local elevado a distrito de Quirinópolis pela Lei Municipal nº 11, com o nome de Presidente Dutra.

Pela Lei Estadual nº 743, de 23 de junho de 1953, foi elevado a município, restabelecendo-se o antigo topônimo de Mateira e constituindo-se Termo da Comarca de Quirinópolis. Grande foi o desenvolvimento. Influenciaram esse progresso: a posição geográfica entre as cidades de Quirinópolis, Jataí e Ituiutaba-MG; a produção de diamantes e a fertilidade de suas terras.

O primeiro Prefeito foi Joaquim Paula de Oliveira (nomeado) , e o primeiro eleito Oscar José Bernardes.

Possuía o município, o povoado do Canal de São Simão, distante cerca de três quilômetros da sede municipal, Devido ao desenvolvimento daquela localidade, a mesma passou a figurar como Distrito, pela Lei Municipal nº 24, de 24 de junho de 1957. Em 14 de novembro de 1958, através da Lei Estadual nº 2108, foi elevado a município, com o nome de São Simão.

O Poder Legislativo aprovou a Lei nº 6561, de 12 de maio de 1967, dando novo nome ao Município de Mateiro que, daquela data em diante, passaria a denominar-se Paranaiguara.

Em 1975, a construção da barragem de São Simão represou grande área, inclusive a da sede municipal. Proprietários de toda área alagada foram desapropriados. Tornou-se necessária a construção de nova sede realizada pela CEMIG, em local previamente escolhido. O terreno era de propriedade dos senhores Aquino Barcelos, Anésio Loureno de Queiróz, João Apolônio Guimarães e Adoniro Alves Capanema.

A nova cidade foi previamente planejada e construída em local de excelente topografia, possuindo os prédios públicos grande funcionalidade.

Gentílico: paranaiguarense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Presidente Dutra, ex-povoado de Mateira, pela lei municipal nº 11, de 21-01-1950, subordinado ao município de Quirinópolis.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito figura no município de Quirinópolis.

Elevado à categoria de município com a denominação de Mateira, pela lei estadual nº 743, de 23-06-1953, desmembrado de Quirinópolis. Sede no atual distrito de Mateira, ex-povoado de Presidente Dutra. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1954.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1963.

Pela lei estadual nº 6561, de 12-05-1967, o município de Mateira passou a denominar-se Paranaiguara.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município já de denominado Paranaiguara é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alteração toponímica municipal

Mateira para Paranaiguara alterado, pela lei estadual nº 6561, de 12-05-1967.

Alteração toponímica distrital

Presidente Dutra para Mateira alterado, pela lei estadual nº 743, de 23-06-1953.

Fonte: IBGE

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Síntese das Informações
Área da unidade territorial - 2016: 1.153,623: km²
Estabelecimentos de Saúde SUS: 3: estabelecimentos
Matrícula - Ensino fundamental - 2015: 1.196: matrículas
Matrícula - Ensino médio - 2015: 315: matrículas
Número de unidades locais: 209: unidades
Pessoal ocupado total: 990: pessoas
PIB per capita a preços correntes - 2014: 14.786,81: reais
População residente : 9.100: pessoas
População residente - Homens: 4.588: pessoas
População residente - Mulheres: 4.512: pessoas
População residente alfabetizada: 7.334: pessoas
População residente que frequentava creche ou escola : 2.223: pessoas
População residente, religião católica apostólica romana: 6.581: pessoas
População residente, religião espírita: 134: pessoas
População residente, religião evangélicas: 1.440: pessoas
Valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio - Rural: 1.654,76: reais
Valor do rendimento nominal médio mensal dos domicílios particulares permanentes com rendimento domiciliar, por situação do domicílio - Urbana: 1.892,52: reais
Valor do rendimento nominal mediano mensal per capita dos domicílios particulares permanentes - Rural: 500,00: reais
Valor do rendimento nominal mediano mensal per capita dos domicílios particulares permanentes - Urbana: 510,00: reais
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal - 2010 (IDHM 2010): 0,711:

Fonte:IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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